domingo, 15 de março de 2015

Mobbing


Você sabe o que o que é Mobbing?




    Assim como eu, acredito que muitas pessoas nunca haviam sequer ouvido falar neste termo Mobbing. Mas afinal o que significa essa palavra? Mobbing é também conhecido como assédio moral e terror psicológico no trabalho, este termo foi empregado pela primeira pelo etiologista Heinz Lorenz, ao definir o comportamento de alguns animais que, rondando ameaçadoramente outro membro do grupo, provocam sua fuga por medo de um ataque.
   
Mas não se engane, o mobbing também pode aparecer na escola, como relação aluno/professor e entre colegas, na família, geralmente camuflada pelo domínio dos pais, irmãos mais velhos ou até outros membros da família.

    
A melhor forma de combate é a prevenção, então fique atento aos sinais e busque ajuda se estiver acontecendo com você.

sábado, 14 de março de 2015

Psicologia do Esporte

Muito se fala das emoções no âmbito da psicologia esportiva, mas afinal o que é emoção?
(trecho do meu trabalho de conclusão de curso)


     De acordo com Goleman (1995) todas as emoções são, em essência, impulsos, legados pela evolução, para uma ação imediata, para planejamentos instantâneos que visam a lidar com a vida. A própria raiz da palavra emoção provem do latim movere – “mover” – acrescida do prefixo “e-“, que denota “afastar-se”, indicando que seja qual for a emoção está implícita uma propensão para um agir imediato.

Ainda segundo Goleman (1995 a) essa relação entre emoção e ação imediata fica bem clara quando observamos animais ou crianças; é somente em adultos ditos civilizados que tantas vezes detecta-se a anomalia no reino animal: as emoções, impulsos que levam a agir, sem estar ligado a uma reação óbvia.

Já de acordo com um dos mais conceituados psicólogos cognitivistas Richard Lazarus (LAZARUS, 2000), afirma que, tradicionalmente, emoção é definida como uma reação psicofisiológica organizada do indivíduo em resposta ao relacionamento com o meio ambiente, mais frequentemente, mas não sempre, interpessoal ou social. Esta reação consiste de respostas advindas de três níveis de análise denominados: a) experiência introspectiva subjetiva (geralmente referida como um afeto), b) ações abertas ou impulsos para agir e, c) modificações fisiológicas que fazem as emoções serem organísmicas e, acrescenta a importância de variáveis cognitivas e motivacionais, na estimulação e sustento de uma emoção. Portanto, segundo (LAZZARUS,2000) o que media psicologicamente uma emoção é a avaliação do significado que a pessoa atribui ao seu bem-estar e como a percebe em um processo de interação. Então, quando falamos em emoção devemos sempre pensar no tripé: cognição, emoção e relação. Taylor e Wilson (2005) afirmam que as emoções são parte das experiências esportivas, tanto quanto, as condições físicas, as condições técnicas e táticas, os equipamentos, o treinador e a equipe esportiva. Eles ainda sugerem que as emoções são o principal determinante de como os atletas irão desempenhar-se nas competições, sendo que, o impacto das emoções sobre a performance atlética é tão poderoso, que afeta cada aspecto de seu desempenho. Ainda segundo Taylor e Wilson (2005) apesar da importância deste tópico, ele é ainda pouco explorado na Psicologia do Esporte. [...] Durante o treinamento e competição, os atletas podem experienciar um amplo repertório de emoções desde as emoções negativas, tais como frustração e desapontamento, até as emoções positivas, tais como excitamento e satisfação. Para Lidor e colaboradores (2007) os atletas vivenciam, para uma mesma situação, diferentes emoções e essas emoções precisam ser também analisadas em função de sua posição de jogo, tempo de experiência e nível de habilidade. Já quanto a este aspecto Goleman (1995 c) traz uma compreensão sobre a empatia, onde diz ser um ato de compreensão tão seguro quanto a apreensão do sentido de palavras contidas em uma página impressa, onde o primeiro tipo de compreensão é fruto da mente emocional, o outro, da mente racional. Segundo o autor temos duas mentes – a que raciocina e a que sente, estes dois modos fundamentalmente diferentes de conhecimento interagem na construção de nossa vida mental. Aqui já é possível verificar a co-relação entre cognição e emoção, a mente racional, é o modo de compreensão de que, em geral, temos consciência: é mais destacado na consciência, mais atento e capaz de ponderar e refletir. Além deste, há um segundo sistema de conhecimento que é impulsivo e poderoso, embora as vezes ilógico – a mente emocional.

Ainda de acordo com Goleman (1995 d) a dicotomia emocional/racional na maior parte do tempo atuam em perfeita harmonia, entrelaçando seus modos de conhecimento para que nos orientemos no mundo. Em geral, há um equilíbrio entre as mentes emocional e racional, com a emoção alimentando e informando as operações da mente racional, e a mente racional refinando e, às vezes, vetando a entrada das emoções; mas são faculdades semi-independentes, cada uma refletindo o funcionamento de circuitos distintos, embora interligados no cérebro.

Meu primeiro atendimento em Psicanálise

    Bom dia, hoje foi meu primeiro atendimento do ano e o primeiro da minha vida em Psicanálise, confesso que não gosto de Psicanálise, não me dou bem com ela e mesmo após ler incessantemente os textos passados pela Supervisora Clínica, não consegui me sentir bem atendendo alguém dentro da moldura psicanalítica, isso me desmotivou ainda mais, estou nos últimos 3 meses de faculdade e na maior correria com estágios e TCC, confesso que minha chateação esse semestre só aumenta.    Ano passado a faculdade foi mais "justa", pudemos escolher abordagem e professor, este semestre não houve isso, eles apenas trocaram os professores e pronto; tudo bem não ser mais o mesmo professor, ou até a mesma abordagem, o maior problema foi não ter dado a oportunidade de todos poderem escolher novamente, pelo menos os professores, já que todos são da psicanálise. Na minha humilde opinião de aluna, acredito que justo seria ter desfeito os grupos existentes e distribuir novas senhas, para que todos sem exceção pudessem ou não mudar de professor, mas infelizmente não é assim que banda toca, e além de tudo a professora (apenas uma delas) diz que sabe que estamos fazendo TCC e dois estágios e que trabalhamos fora, porém não se importa e como vamos ter muitos feriados (3) as sextas-feiras, ela irá "entupir" nossa sala de textos para resenha e, que não há desculpa para falta de tempo (apesar de tudo o que temos para fazer), pois ela deu conta de tudo sem ao menos ter carro (Ok, eu até concordo em partes, porém isso foi há mais de 30 anos atrás, e afirmo nesta época nem existia trânsito como hoje, nem manifestações e etc...), opinião minha claro.    Espero, desejo e trabalho para que apesar de tudo e da minha frustração eu consiga dar o meu melhor e atender com a mesma excelência de sempre, pois minha paciente merece e eu também.




"Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fossemos de ferro..."
(Sigmund Freud)




P.S: Vamos treinar psicanálise nas frases né.... 

Já faz muito tempo....

Boa noite galera....já faz mais de um ano que não faço nenhuma nova postagem, pode ser que seja um pouco de "preguiça", sim, até confesso....mas na verdade é mais cansaço do dia a dia que "era" corrido, trabalho e faculdade, mas agora apesar da correria estou com tempo durante o dia, estou em busca de emprego há 8 meses mais ou menos e neste período me dedico apenas ao meu TCC ( Trabalho de Conclusão de Curso). Trabalho esse que tem ocupado boa parte dos meus dias e noites, que espero seja compensado com um 10 ao final do curso, tem dias que sinceramente acho que não vou conseguir....estou imensamente feliz com a faculdade e com os rumos que pretendo tomar em relação a minha profissão, ser Psicóloga do Esporte (sonho que logo será real), mas triste com minha vida pessoal, passo por todos os momentos difíceis da minha vida com garra, porém nunca havia ficado tanto tempo sem trabalhar (trabalho desde os 13 anos), estou realmente perdida; mas enfim o que eu gostaria de dizer é que sempre que eu puder virei fazer uma postagem sobre um ou outro tema que abordo em meu TCC e assim exercitar o dom da produção de textos, tão fundamental em minha profissão e, que quando eu não estiver bem para isso, virei da mesma forma, apenas para "conversar".

Nunca se esqueçam:

" A força do lobo está na matilha e a força da matilha está no lobo"